segunda-feira, 23 de abril de 2012

sofrer por amor ?

Oi queêrida , Eu também tive meu coração machucado. Me dei mal, meu bem, ninguém escapa. Mas o bom disso tudo é que agora consigo abrir meu coração sem rodeios. Mas tudo está bem agora. Houve uma mudança de planos e eu me sinto incrivelmente leve e bem. Descobri tantas coisas. Existe tanta coisa mais importante nessa vida que sofrer por amor. Que viver um amor. Tantos amigos. Tantos lugares. Tantas frases e livros e sentidos. Tantas pessoas novas. Indo. Vindo. Tenho só um mundo pela frente. E olhe pra ele. Olhe o mundo! É tão pequeno diante de tudo o que sinto. Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa. Descobri. Mas agora, com sua licença. Não dá mais para ocupar o mesmo espaço. Meu tempo não se mede em relógios. E a vida lá fora, me chama.

- Thalita Ferreira e AmandaDeSouza ! :B
Quando você se dá conta de que algo não tem remédio, é como se toda sua vida mudasse. Você deixa de lutar por isso, já que você sabe que nunca vai conseguir, mas nunca irá esquecer. Você me fez perder o rumo, mas já encontrei o caminho. Sei que me custará. Tudo requer esforço nessa vida, não é mesmo? Pois esquecer requer o dobro. Mas, como uma pessoa pode deixar todos os seus sonhos para trás para poder esquecer algo que nem sequer conhece? Eu não sei, nem o sei, mas nem me importa. Eu só sei que hoje eu te amo mais que ontem, e pode ser que eu sempre me lembre de seu carinho, mesmo quando eu tiver esquecido seu rosto. Eu vou lembrar, eu tenho certeza.

sábado, 14 de abril de 2012

Eu, frio, doritos, coca-cola, música, facebook e 


blog What matter is being happy ♥.
“Ele passa a mão no seu cabelo enquanto você chora, até mesmo quando o problema é ele. Fica repetindo coisas doces e amáveis o tempo todo. Você acredita porque a mentira é mais suave do que a verdade. Acredita porque essa doçura é rara demais para ser desperdiçada. Você diz que o quer para sempre, mas ele já está pensando em qual vai ser a da próxima semana. A próxima garota que será apenas a próxima que irá sofrer porque, no final, ele vai acabar voltando para você. Todo domingo ele vai lhe ligar com a voz embriagada de quem acabou de acordar às três da tarde – há essa hora, você já vai ter feito mais do que ele fez o mês todo. E vai começar a falar sobre como se arrepende por ter feito de novo aquilo que jurou que jamais faria. Vai pedir para voltar porque no final do dia nenhum cabelo tem o cheiro melhor que o seu. E vai reclamar que essas garotas de hoje em dia não gostam de pegar na mão em público. Mas você gosta. E é por isso que ele gosta de você. Porque ele também faz parte dessa geração-vergonha que não curte pegar na mão durante o cinema, que vai logo para os amassos e o qual-seu-telefone-para-que-eu-nunca-ligue-por-engano. Mas você, não. Você pega na mão durante o filme, a praça, o jantar, o café-da-manhã… Você ama pegar na mão e olhar nos olhos. E ficar horas olhando nos olhos para ver se consegue tirar mais um pouquinho da alma dele. Se consegue desvendar mais um pedacinho desse enigma. E, assim que percebe que está conseguindo, ele vai embora outra vez. Porque nada o apavora mais do que alguém com a capacidade de decifrar seus medos. E você sabe. Você sabe como ele odeia escuro e tem pavor da solidão. Sabe como ele grita para calar o barulho mental que ele possui. Sabe como ele odeia partir tanto quanto você odeia vê-lo ir. Sabe, mas não entende. E por isso jura que não vai atender a ligação no domingo, mesmo sabendo (e não entendendo o porquê) que você vai sorrir quando o nome dele aparecer na tela. É frustrante. Você tem doutorado em defesa pessoal, é PhD em não se deixar abalar por nada. E se derrete toda vez que ele diz seu nome. Por quê? Porque o amor é assim. Ele é fanático por Beatles e você só conhece o refrão de Hey Jude. Ele aprendeu a tocar violão durante um verão tedioso, e você faz piano há sete anos sem aprender nada. Você sabe de cor a ordem de todos os acontecimentos de Harry Potter enquanto ele ainda não terminou de ler o Pequeno Príncipe. Tem tudo para dar errado. Mas, ainda assim, o som da voz dele continua lhe acalmando. Por quê? Porque o beijo dele ainda é mais viciante que qualquer livro que você já tenha lido. Porque os braços dele ainda são o melhor esconderijo do mundo. Vocês não têm nada em comum. Você fala francês e ele palavrão. Ele anda de skate e você ainda não tirou as rodinhas da bicicleta. Não pode ser amor, certo? Errado. Não deveria ser. Mas isso não impede nada. Não enquanto ele continuar ligando todos os domingos para dizer que sente a sua falta.”


“Mulher é foda mesmo. Têm todos os motivos do mundo pra mandar o filho da puta sumir, e acaba respondendo o sms que não era pra responder.”
— Tati Bernardi.